Com o aumentar da população, uma modesta capelinha de Santo Amaro que
ali existia foi a sede da paróquia em 1676, independente da do Estreito
da Calheta, a que estava sujeita.
Santo Amaro era vínculo e morgado dos Coutos.
João Anes de Couto fez assento no Paul, onde lhe foram doadas terras
em sesmaria. Seu filho Francisco do Couto Cardoso teve o foro de
moço-fidalgo e fez testamento a 8 de Maio de 1941, sendo
sepultado na Igreja local (Existiam duas lápides aos lados
do altar com inscrições referentes a esta família).